Na edição anterior, abordamos um pouco a questão da reprodução artificial. A Igreja, como mãe, nos ensina a dizer não para tais procedimentos, uma vez que se constituem verdadeiros atentados contra a vida.


Os sentimentos têm a capacidade de interferir nas nossas atitudes?

Você já parou para pensar se é movido pelos sentimentos, pelas sensações e intuições? Acredito que não! Afinal de contas, nossa vida tem sido tão corrida que, dificilmente, paramos para olhar os detalhes da vida interior.


Com tantos sonhos e ambições, tornamo-nos escravos da própria carreira

“Dinheiro? Não basta termos para pagar o aluguel, a comida e o cinema: queremos a piscina olímpica e uma temporada num spa cinco estrelas”. No texto ‘Felicidade Realista’, de Martha Medeiros, encontra-se a frase citada acima, que traz um questionamento referente ao estilo de vida que adotamos e as metas que buscamos alcançar ao longo da carreira profissional.


Ao examinar as Sagradas Escrituras, podemos perceber que a questão da infertilidade sempre foi causa de grande sofrimento e angústia. Destaco aqui, a pessoa de Abraão: "Que me darás?", pergunta Abrão a Deus. "Continuo sem filho..." (Gn 15,2).


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