No meio acadêmico e até mesmo nas rodas de conversa é lugar comum afirmar que a educação é algo essencial para mudar um país. Muita gente até se arrisca a fundamentar essa afirmação utilizando o caso de países do pós-guerra. Nesse quesito não há nada de criativo ou inovador nos autores e especialistas que defendem essas receitas prontas para solucionar os problemas da sociedade. Precisamos de educação, mas de quê “educação”?


O comunismo elimina o mais sagrado dom que o homem recebeu de Deus: a liberdade

Desde que o comunismo (socialismo) surgiu no mundo, como expressão prática do marxismo-leninismo, a Igreja o combateu sem tréguas, por ser ateu, materialista, desumano, utópico, adverso a Deus e à Igreja. Segundo os seus mentores, Karl Marx, Lenin e outros, “a religião é o “ópio do povo”, isto é, a droga que deixa o povo alienado e sujeito às explorações do capitalismo e dos ricos. A acusação vazia contra a Igreja é a de que ela só ensinava aos fiéis buscarem o céu, abandonando a Terra, sem lutar pelos direitos sociais.


“Regozijem-se os campos e tudo o que existe neles. Jubilem todas as árvores das florestas com a presença do Senhor, que vem, pois ele vem para governar a terra: julgará o mundo com justiça, e os povos segundo a sua verdade.” (Sl 95, 12-13)


Desde o dia 12 de outubro de 2016, estamos vivendo um Ano Mariano. Em 12 de outubro de 2017, data de encerramento do Ano Mariano, será comemorado os 300 anos do encontro da imagem de Nossa Senhora Aparecida, no rio Paraíba.


As verdades que Cristo pregou do alto da montanha continuam válidas para hoje: fora da Cruz não existe outra escada por onde subir ao Céu.

Embora seja contraditória, tem atraído muitas pessoas a ideia de um Cristianismo sem sofrimento, sem penitências nem mortificações. Não se fala mais da necessidade de renunciar a si mesmo e tomar a própria Cruz [1], embora tenha sido o próprio Cristo a sublinhar tal obrigação. Não se ostenta mais a figura de Jesus Crucificado nas paredes de construções e nem mesmo nas igrejas, como se a constante lembrança das dores de Cristo fosse penosa ou até perigosa para as pessoas.


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