O jornal “El Mundo”, trouxe em 19 de dezembro de 2003 uma crônica de Jane Roe, sob o titulo de “A pioneira do aborto arrependida”.

Em 22 de janeiro de 1973 a Suprema Corte dos Estados Unidos reconheceu o direito ao aborto de Jane Roe, nome fictício para proteger Norma McCorvey, uma mulher de Dallas, solteira, pobre, maltratada e que usava drogas. O Texas estava, então, entre os Estados que condenavam com até cinco anos de prisão a mulher que abortasse.


À luz dos vídeos recentes expondo o tráfico de órgãos e tecidos de bebês abortados da Planned Parenthood, o Lepanto Institute entrevistou o ex-satanista Zachary King. Zachary era um menino comum de um bairro americano que cresceu em uma família batista. Ele começou a praticar magia aos 10 anos de idade, se juntou a uma seita satânica aos 13 anos e tinha quebrado todos os 10 Mandamentos quando tinha 15 anos. Desde sua adolescência até a idade adulta, ele se esforçou para chegar até a categoria de Sumo Sacerdote na seita e era um ativo divulgador do satanismo, incluindo abortos ritualísticos. Zachary está atualmente escrevendo sobre suas experiências em um livro intitulado “O aborto é um sacrifício satânico”.


Suicídio, um mal silencioso que é preciso combater

A vida é dom precioso de Deus e altar da dignidade maior, a dignidade humana. Mas, na arte de viver, acumula-se uma avalanche de acontecimentos, processos, descasos e  indiferenças que, assombrosamente, estão na contramão desse sublime dom. Entre as lamentáveis situações estão os cenários degradantes da exclusão social, frutos da mesquinhez, da falta de sentido autêntico de cidadania e dos famigerados esquemas de corrupção. A lista de acontecimentos que ameaçam a vida é enorme e demanda providências urgentes, redobrada atenção e ações mais incidentes. É preciso proteger esse precioso dom de Deus em todas as suas etapas, da fecundação ao declínio com a morte natural. Particularmente, merece redobrada atenção de todos – e políticas públicas incidentes – um grave problema: o suicídio. Falar sobre o tema é um tabu que precisa ser vencido, para que cada pessoa possa colaborar com a saúde pública, em compromisso irrestrito com a vida.

O primeiro passo é ter a coragem para falar sobre o assunto. Isso é fundamental para disseminar estratégias de prevenção. A estatística oficial apresenta a preocupante dimensão do problema. Diariamente, 32 brasileiros morrem vítimas de suicídio, número que supera o de óbitos causados pela AIDS e por vários tipos de câncer. Para despertar a atenção de todos para essa realidade, celebra-se, no sábado, 10 de setembro, o Dia Mundial de Prevenção ao Suicídio. Durante todo o mês, são intensificadas ações de combate a esse mal silencioso, escondido por preconceito e vergonha, que impedem a identificação do problema, a percepção de comportamentos depressivos em pessoas próximas, sintomas que levam ao suicídio.

Fale, argumente e reflita sobre o suicídio

Compartilhar o assunto no dia a dia – na família, nos ambientes de trabalho, nos círculos religiosos, no mundo da educação, nos mais diversos lugares – pode contribuir, decisivamente para salvar vidas, recuperar pessoas e evitar que esse mal silencioso consolide-se como epidemia.

O suicídio é grave problema que atinge adultos, jovens, inclusive adolescentes e crianças, deixando feridas incuráveis no coração de famílias. Todos devem aprender sempre mais sobre os sintomas que indicam o risco iminente desse mal para, quando necessário, poder intervir e ajudar a salvar vidas, recuperá-las, reconduzindo pessoas para a saudável convivência familiar e a adequada inserção social. Cada pessoa deve se sentir convocada a contribuir com projetos que promovam o dom da vida. Segundo a Organização Mundial da Saúde, de cada dez casos de suicídio, nove poderiam ser evitados se houvesse adequada prática de prevenção.

Por isso, é preciso unir esforços. Aliar a coragem espiritual e humana com profunda sensibilidade social para acabar com o tabu que inviabiliza falar sobre o assunto. Vencer bloqueios nos diálogos em família, com amigos, colegas de trabalho, nas relações que constituem a convivência social e religiosa. Também é preciso lutar pela configuração de políticas públicas que contribuam, de maneira decisiva, para prevenir o suicídio. Há um largo horizonte de medidas e procedimentos a serem adotados para evitar esse grave problema, o que inclui, desde investimentos para se conhecer melhor o cérebro, seus complexos e indomináveis mecanismos de funcionamento, para se realizar as necessárias intervenções farmacológicas, até o remédio indispensável e eficaz da espiritualidade.

Ofereça oração, carinho e diálogo

É grave desconsiderar um mal que pode atingir a todos. Não se restringe a uma faixa etária específica, pois inclui crianças, adolescentes, jovens e adultos – muitas vezes afogados num turbilhão de escolhas e solicitações das quais não conseguem dar conta -, até idosos, enjaulados no ostracismo da solidão. Atinge, também, pessoas das mais diversas condições sociais. Essa consideração é comprovada pela estatística e mostra que são necessárias providências urgentes para se promover a boa saúde mental. Isso inclui construir condições sociais que não sejam peso e submetam pessoas a situações de fragilidade extrema, levando-as ao desespero que as faz desistir de viver. É hora de escuta atenciosa das associações e instituições terapêuticas capazes de qualificar cada pessoa no enfrentamento desse monstro destruidor – o suicídio. Também é urgente e prioritário trabalhar para oferecer a cada pessoa recursos humanísticos e espirituais que contribuam para a administração do dom da vida.

Assim, será possível promover o engajamento em programas e projetos que tenham como missão promover esse dom, criando um vetor que se retroalimenta e produz o sentido de viver. De modo especial, os campos da educação e da cultura têm muito a contribuir nesse processo. A escola não pode se dedicar exclusivamente à chamada “educação formal” e desconhecer o mundo real, muitas vezes conturbado, da vida juvenil. Essa consideração vale também para Igrejas que, para além de proselitismos, “emocionalismos” e mesquinhos interesses pecuniários, têm o dever de ser autênticos centros de espiritualidade. Ambientes que, a partir de projetos e celebrações, capacitem as pessoas para o viver. Juntos, de mãos dadas, que todos se empenhem na prevenção do suicídio, buscando enfrentar tudo o que está contramão da vida.


Em seu livro “The Shepherd Who Didn’t Run” (“O pastor que não fugiu”, em livre tradução do título ainda sem versão em português), sobre a vida de pe. Stanley Rother, primeiro mártir declarado dos Estados Unidos, María Ruiz Scaperlanda descreve como a fraca escolaridade quase inviabilizou a ordenação sacerdotal de Rother – possivelmente, ele tinha deficiência de aprendizagem.


“Ninguém está além do poder da conversão, porque ninguém está além do poder de Cristo”, disse Abby Johnson, ex-diretora da clínica multinacional do aborto Planned Parenthood do Texas, a um grupo de estudantes da Universidade de Georgetown (Estados Unidos), na última quarta-feira.


A vida consagrada é um dos grandes tesouros da Igreja

Quando a Igreja fala de vida consagrada, está falando de uma vocação, e há várias modalidades de vida dentro da Igreja. Seguem essa vocação os monges e monjas, os religiosos e religiosas, das ordens, congregações e institutos religiosos.


No tribunal da misericórdia a sentença é sempre o perdão

Regras bem definidas conduziam o julgamento de pessoas acusadas de crimes considerados de extrema gravidade. É o caso da mulher apanhada em adultério (Jo 8, 1-11). A cena se abre numa área aberta do templo, a turba se


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