Hoje em dia há uma desvirtuação de sentido da Misericórdia, motivado muitas vezes em troca de acomodar as situações irregulares de pecado em que muitas pessoas vivem e praticam. Essa falsa misericórdia, fere a dignidade de filhos de Deus contrariando o que nos ensinou Cristo Jesus.


Refletindo no sentido dessa frase de Madre Teresa de Calcutá, chegamos à conclusão que é necessário um olhar ainda mais atento, consciente e indignado sobre a gravidade do desamor. A falta de amor é a maior de todas as pobrezas, infelizmente percebemos que existe hoje um clima de insensibilidade entre as pessoas.


Mais uma vez, relembramos que a morte é vencida pela força da vida, e assim, sempre será, Jesus Cristo o filho de Deus nos abriu um novo caminho. Muitos ainda põem em dúvida o fato da ressurreição, porém sabemos que é incontestável em virtude dos atos de seus discípulos, que foram testemunhas fiéis deste fato.


Mês de junho, um período que marca o centro de nosso ano, lembramos também neste mês da devoção ao Sagrado Coração de Jesus. No Catecismo aprendemos que: “O Sagrado Coração de Jesus, transpassado pelos nossos pecados e para nossa salvação, é considerado sinal e símbolo por excelência… daquele amor com que o divino Redentor ama sem cessar o eterno Pai e todos os homens” (§478).


O ano Santo da misericórdia é sinal de Deus para nossa conversão.  É tempo forte para decidirmos e definirmos nossa vida. Sempre digo aqui na comunidade sobre as duas faces da graça e da misericórdia divina.


O papa  Paulo VI escreveu uma mensagem propondo a criação do Dia Mundial da Paz, a ser festejado no dia 1º de janeiro de cada ano,  “A proposta de dedicar à paz o primeiro dia do novo ano não tem a pretensão de ser qualificada


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