Alegria não é um sentimento, mas um objetivo

Muito se fala da “alegria”. Realmente, ela é uma busca intensa do ser humano. Por muitas vezes, no anseio desta busca, acabamos tomando rumos que mais nos acarretaram dissabores e sofrimentos.

 

Santo Agostinho diz: “O pecado é a tua tristeza, deixa que a santidade seja a tua alegria.” A alegria para nós, Cristãos, não pode ser confundida com um “sentimento de prazer”, mas sim um estado interior de nossa alma. Buscar vivenciar essa realidade, para nós, deverá ser um objetivo.

A alegria não reside nas coisas, mas está no coração de todo batizado. A alegria não está nas riquezas ou nos objetivos que almejamos; mas ela nasce do Espírito Santo e nos impulsiona, fortalece e nos encaminha diariamente, mediante nossos desafios pessoais. 

Ela não se compra e não se manifesta através do prazer humano; mas nasce da experiência pessoal com Jesus Cristo, por meio da busca intensa da intimidade com Deus e na prática das virtudes.

São Paulo disse aos romanos: “Sede alegres na esperança, pacientes na tribulação e perseverantes na oração.” As pessoas que praticam a caridade são aquelas que mais podemos perceber a manifestação da alegria.

A alegria cristã brota do amor. Saint-Exupéry diz: “Nada se iguala ao sabor do pão partilhado.” Quando começarmos a curar as feridas dos outros, as nossas desaparecerão; não podemos ficar presos a nós mesmos, pois se assim ficarmos, seremos sempre assaltados e impedidos de sermos alegres.

 

César Quirino

Fundador


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