Por que falar de mortificação se o Deus cristão é o Deus da vida? Não é a penitência um conceito medieval e ultrapassado? Não existe algo de patológico na valorização da dor? Impor sacrifícios ao corpo não é uma influência indevida do dualismo platônico dentro do cristianismo?


No meio acadêmico e até mesmo nas rodas de conversa é lugar comum afirmar que a educação é algo essencial para mudar um país. Muita gente até se arrisca a fundamentar essa afirmação utilizando o caso de países do pós-guerra. Nesse quesito não há nada de criativo ou inovador nos autores e especialistas que defendem essas receitas prontas para solucionar os problemas da sociedade. Precisamos de educação, mas de quê “educação”?


Por que falar de mortificação se o Deus cristão é o Deus da vida? Não é a penitência um conceito medieval e ultrapassado? Não existe algo de patológico na valorização da dor? Impor sacrifícios ao corpo não é uma influência indevida do dualismo platônico dentro do cristianismo?


O comunismo elimina o mais sagrado dom que o homem recebeu de Deus: a liberdade

Desde que o comunismo (socialismo) surgiu no mundo, como expressão prática do marxismo-leninismo, a Igreja o combateu sem tréguas, por ser ateu, materialista, desumano, utópico, adverso a Deus e à Igreja. Segundo os seus mentores, Karl Marx, Lenin e outros, “a religião é o “ópio do povo”, isto é, a droga que deixa o povo alienado e sujeito às explorações do capitalismo e dos ricos. A acusação vazia contra a Igreja é a de que ela só ensinava aos fiéis buscarem o céu, abandonando a Terra, sem lutar pelos direitos sociais.


Por que a volta às aulas causa uma mistura de sentimentos?

Recordo-me, com certa angústia, daquele portão de madeira sendo fechado. Do lado de fora, ela ficava a me olhar, meus braços tremiam de medo e as lágrimas escorriam dos meus olhos. Alguém, que eu acabara de conhecer, segurava-me e dizia palavras de conforto, assim foram os meus primeiros dias de aula.


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