Personalidade do Papa Francisco e a Igreja

 

Desde suas primeiras palavras, algumas características muito marcantes seriam linhas, metas para o pontificado de Francisco. A cordialidade com que se aproximou com um simples “boa tarde”, a humildade de colocar-se ao lado dos mais necessitados e sofredores, dos excluídos pela sociedade avassaladora, dizendo que os senhores cardeais o tinham eleito e trazido quase que do “fim do mundo”. Outras características do Santo Padre são a comunhão e, ao mesmo tempo, a continuidade de um ministério enraizado na verdade da fé, quando pede que “rezemos pelo nosso Bispo Emérito de Roma, Bento XVI”; a certeza de que nada é vencido pela força ou pelo poder, mas pela graça de Deus, quando, humildemente, pronuncia aquele marcante apelo “rezem por mim”; além de uma multidão emocionada e espantada que rezou, em profundo silencio, pelo seu novo pastor.

Três pontos fundamentais do ministério petrino se tornam ainda mais claros com Francisco. Vigário de Cristo, enviado ao povos, sofredores e marginalizados no corpo e na alma, sendo aquele que, em nome de Cristo, sabe muito bem para onde guiar o povo que a ele foi confiado. Pastor universal, quando se faz próximo, na cultura do encontro, principalmente quando não tem a arrogância de ser apenas um Chefe de Estado, mas a humildade de ser pastor que apascenta as ovelhas de Jesus Cristo, por amá-Lo acima de todas as coisas. Pedra de unidade, mesmo se declarando, desde o início, como Bispo de Roma, ele tem muita clareza que Roma não é apenas uma diocese como todas as outras espalhadas pelo mundo, mas de lá se unem todas as igrejas locais, no grande desafio de ser um único rebanho com um único Pastor, Jesus Cristo Nosso Senhor.

Em tão pouco tempo, seu ministério pastoral já é marcado também por seu apreço ao ensinamento magisterial, seja nas audiências, seja nos seus primeiros escritos, a Encíclica Lumem Fidei e a Exortação Apostólica Evangelii Gaudium, mostrando a firmeza e a certeza de uma continuidade do Concílio Vaticano II. Duas viagens oficiais internacionais – Brasil, em junho de 2013, por ocasião da JMJ no Rio de Janeiro; e, em maio de 2014, à Terra Santa. Em ambas, mostrou-se muito aberto ao diálogo e muito seguro de suas convicções.

 Muitos se perguntam: “Para onde vai a Igreja com Francisco?”. A resposta é apenas uma e essa vem do próprio Jesus: “Tu és Pedro e sobre esta pedra edificarei a minha Igreja, e as portas do inferno não prevalecerão” (Mt 16,18). Quem está com Francisco está com a Igreja, e quem está com a Igreja, está com Jesus.


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