Abertos a Vida

bem como o avanço de leis que o favorecem, fundamentadas em conferências internacionais que defendem os chamados “direitos reprodutivos e sexuais”.

Expressões atualmente utilizadas nas mídias sociais, como por exemplo, “meu corpo, minhas regras”, entre outras, demonstram claramente o fechamento para a vida, e não apenas isto, mas a esterilidade vivida hoje no mundo, o fechamento para a vontade de Deus.

É importante perceber que existem outras formas muito sutis, porém não menos prejudiciais, em que esta cultura de morte está presente, contrariando e destruindo o Projeto de Deus com relação à vida, que está bem claro e definido desde o Livro dos Gênesis: E criou Deus o homem à sua imagem; criou-o a imagem de Deus, e criou-os homem e mulher. E Deus os abençoou, e disse: crescei e multiplicai-vos, enchei a terra e sujeitai-a (Gen. 1).

A utilização de métodos contraceptivos, e mais do que isso, a mentalidade contraceptiva é fruto da implantação desta cultura de morte na sociedade, que quer fechar as portas para a vida, contrariando o projeto de Deus, já sonhado desde o princípio,tornando a sociedade uma planície de ossos ressequidos (Ez. 37).

O aborto é tido como um direito, a utilização de métodos artificiais para contracepção é também tida como um direito, e ainda, os casais preferindo pensar em seu próprio bem estar de forma egoísta, ao invés de gerar famílias santas. Tudo isso comprova que o mundo hoje é esta planície de ossos secos.

Entretanto, assim como Ezequiel proferiu palavras proféticas sobre essa planície, a Igreja, sob a ação do Espírito Santo, proferiu e continua proferindo, de maneira profética, a fim de trazer a vida e vida em abundância.

A Igreja ensina a olhar para a fertilidade do homem e da mulher como um DOM de Deus e não como uma doença, que deve ser tratada com remédios. Poderia listar aqui uma série de aspectos biológicos negativos a respeito da utilização de métodos artificiais contraceptivos como a pílula anticoncepcional e seus efeitos prejudiciais no organismo feminino, todavia atenho-me apenas ao aspecto do fechamento a vida e os danos que isto tem causado aos casais. Um casal que não aceita reciprocamente a fertilidade do outro, está aceitando o outro pela metade, está desrespeitando o corpo do outro, utilizando dele apenas para o próprio prazer, não há união completa e autêntica.

O fechamento à vida através de métodos artificiais, não impede apenas a possível geração de uma nova vida, mas impede a união conjugal verdadeira do casal. Pode-se dizer ainda que impede o diálogo, o respeito mútuo, o crescimento na fidelidade e no amor.

Por fim, a utilização da contracepção impede o plano de Deus de acontecer, pois o homem e a mulher como coautores da vida devem dar abertura a Deus, dar liberdade e colaborar para que Deus possa se manifestar da forma como Ele quer e deseja em cada família.

A Igreja nos ensina a reconhecer o Deus da Vida, e nós, como seus filhos, devemos acolher e estar abertos para que Deus possa realizar em cada um de nós o seu plano de amor: o nosso dever é dar abertura a ação de Deus: famílias numerosas, famílias reduzidas, famílias no coração.

Enfim, Deus é o artista que deve desenhar cada projeto e o dever do homem e da mulher é ser um lápis nas mãos Dele, como nos ensina a sábia Madre Teresa de Calcutá, confiando-nos totalmente em suas mãos divinas.

 

Cíntia Vindimiatti

Consagrada da Comunidade Operários da Messe


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