Venezuela se prepara para beatificação do "Doutor dos pobres"

 

O Dr. Hernández se caracterizava pelo seu serviço aos mais pobres e a todos aqueles que dele precisavam. Foi um grande profissional médico, um cientista, um pensador e, sobretudo, uma fervorosa pessoa que acreditava em Deus, em quem colocou toda a sua sabedoria e sua atuação profissional e humana”

A Comissão para a Beatificação de José Gregorio Hernández, da Arquidiocese de Coro, continua com suas atividades voltadas para a promoção dos valores e virtudes do Venerável Servo de Deus. Neste contexto, seguindo as indicações da Comissão Nacional presidida pelo cardeal Baltazar Porras, adere ao Encontro Nacional "A Venezuela caminha com José Gregorio", com início neste primeiro final de semana de setembro. O objetivo é promover o diálogo e a reflexão sobre a vida do beato conhecido como o "Doutor dos pobres".

O evento está articulado em 12 temas, escolhidos pela diretoria da Comissão, que serão apresentados por meio das redes sociais veiculadas pela Comissão Nacional, dos grupos WhatsApp e de vídeos ilustrativos. Esses temas foram desenvolvidos pelos agentes pastorais de forma didática, adequada para adultos, jovens e crianças.

 

“O objetivo – explicou Albe Perez, Coordenador Geral da Comissão Nacional de Beatificação - é tornar mais conhecido de todos o nosso já próximo Beato, para que possa ser uma fonte de inspiração para as gerações futuras e contribuir, com seu modelo, para aquilo que pode ser feito pela Venezuela.”

Santa Sé reconheceu o milagre atribuído à intercessão do Dr. José Gregório em abril deste ano, e em 19 de junho o Santo Padre autorizou a Congregação das Causas dos Santos a prosseguir com a beatificação. 

A comunidade católica venezuelana vive um momento particular: por um lado, o modelo de José Gregorio Hernández é proposto como símbolo de assistência aos pobres, por outro, o ambiente político está movimentado com a notícia da assinatura do presidente Maduro do decreto que concede o perdão presidencial a vários atores da oposição política.

A Venezuela é chamada às urnas para as eleições parlamentares do próximo dia 6 de dezembro e com esta iniciativa de Maduro se abre mais um processo de diálogo entre o governo e a oposição, que demonstrou ter posturas diferentes.

A Conferência Episcopal da Venezuela, na metade de agosto, publicou um comunicado sobre as próximas eleições, em que recorda que a decisão dos 27 partidos políticos da oposição de não participar da votação foi infrutífera no passado recente.

“Isso não é suficiente, eles devem assumir a responsabilidade de buscar soluções e fazer propostas (...), a simples abstenção aumentará a fratura política e social do país e o desespero em relação futuro”, afirmaram os bispos.

(CE - Agência Fides)


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